A vacuidade floresce no sorriso de Buda: compaixão.
O esvaziamento consuma-se na cruz de Cristo: amor.
Um vazio plenitude.
Uma plenitude esvaziada, ressuscitada, gloriosa.
Paulo Borges. A cada instante estamos a tempo de nunca ter nascido.
sábado, 7 de junho de 2008
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